A companheirada continua solta e aprontando, a máquina que eles montaram é absurdamente escandalosa, estão em todos os níveis de governo, estatais, autarquias e nestes fundos de pensão que AFUNDAM os cofres do tesouro.
Qualquer que seja o novo governo se quiser desbaratar esta quadrilha é possível que só com a ameaça de um impeachment ( impedimento )é como acredito que seja possível tirar esta corja de lá, teremos então que ter um voto consciente e que o judiciário seja firme e correto, haja realmente com justiça.
TEXTO PUBLICADO NA FOLHA ON LINE DE 07.08.2010
Ex-diretor e ex-assessor da presidência da Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil), Gerardo Xavier Santiago diz que o fundo funciona como "fábrica de dossiês" contra a oposição do governo Lula e máquina de arrecadação para o PT.
Gerardo foi gerente-executivo da Previ entre 2003 e 2007, sendo ligado diretamente ao ex-presidente do fundo Sérgio Rosa, que deixou o cargo em junho de 2010. Gerardo saiu da Previ após brigar com Rosa em 2007, quando deixou o PT.
As declarações sobre a espionagem foram feitas à revista "Veja" desta semana. À revista ele afirma que o fundo é "um bunker de um grupo do PT" e que "a Previ está a serviço de um determinado grupo muito poderoso, comandado por Ricardo Berzoini, Sérgio Rosa, Luiz Gushiken e João Vaccari Neto".
Segundo revelou a Folha neste mês, um dossiê sobre a filha do ministro Guido Mantega foi feito por essa ala do PT, ligada ao sindicalismo bancário. O Planalto atribui o dossiê ao grupo de Rosa, que perdeu espaço na campanha de Dilma Rousseff.
"Estranharia se na minha época tivessem me pedido coisa semelhante contra o Mantega. Uma coisa é fazer com o adversário. É uma involução do PT por causa da disputa interna", afirmou Gerardo à Folha. Ele também disse que concedeu a entrevista à "Veja" há dois anos e confirmou as acusações à revista nesta semana, antes da publicação.
O ex-diretor, que também já foi do Sindicato dos Bancários do Rio, disse à Folha que, além de montar dossiês, a Previ serviu a interesses do partido para aumentar a arrecadação. Segundo ele, a Previ montou uma rede de conselheiros ligados ao PT em empresas nas quais o fundo tem participação. A intenção era influenciar as doações das companhias para beneficiar o partido.
Santiago diz que o primeiro dossiê produzido por ele na Previ é de 2002, no governo FHC. O material deveria, diz ele, comprometer a gestão tucana e provar a ingerência do governo na Previ.
"Dossiês com conteúdo ofensivo, para atingir e desmoralizar adversários políticos, só no governo Lula mesmo, na gestão do Sérgio Rosa", diz o ex-diretor à "Veja".
Santiago lista os oposicionistas que teriam sido investigados com base em dados sigilosos, cujo acesso teria sido ordenado por Rosa: o senador Antônio Carlos Magalhães (DEM-BA), já morto, o governador José Serra (PSDB) e o então presidente do DEM Jorge Bornhausen.
O ex-diretor diz na entrevista que reuniu denúncias sobre eles em 2005, na CPI dos Correios, e que Rosa solicitou "informações sobre investimentos problemáticos da Previ que estivessem ligados a políticos da oposição".
O PT não se manifestou. A Previ disse que "a atual cúpula desconhece essa prática e está muito tranquila em relação a suas recentes práticas de governança". Rosa não comentou o assunto.
Cecilio em Home Office
Cecilio no Escritório
sábado, 7 de agosto de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Correios - O que Aconteceu ?
O texto a seguir é da excelente colunista da Folha : MARIA INÊS DOLCI na edição de 28.06.2010.
Concordo com tudo que ela aqui escreve, em razão disto tomei a liberdade de aqui reproduzi-lo.
HÁ ORGANIZAÇÕES que pairam acima do descrédito que a prestação de serviços recebe, merecidamente, no Brasil. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos sempre desfrutou desse crédito.
Lamentavelmente, a situação mudou nos últimos anos. O Sedex (Serviço de Encomenda Expressa), por exemplo, foi criado há quase três décadas como uma opção mais rápida de envio de correspondência, em até 24 horas. Hoje, porém, não há mais garantia dessa rapidez, embora tenha ficado cada vez mais caro.
Cartas comuns levam muitos dias entre uma capital como São Paulo e uma cidade do interior de um Estado do Sul do Brasil. Note que não me refiro à região amazônica, distante e com dificuldades de acesso.
Recebi, há alguns dias, e-mail de uma leitora que enviou um texto, fruto de meses de trabalho, via Sedex com taxa de Aviso de Recebimento (AR), para registro na Biblioteca Nacional. Quando reclamou por não ter recebido o AR, foi informada de que fora extraviado. Sem o registro na Biblioteca Nacional, não poderia buscar patrocínio para sua obra.
Ela teve de trocar telefonemas, e-mails e se desgastar até saber que a entrega efetivamente ocorrera, mas com atraso de três dias.
Seria somente uma exceção? Parece que não, porque o diretor de Operações dos Correios, Marco Antônio Marques de Oliveira, foi exonerado do cargo no dia 17 passado. Exoneração que teria ocorrido porque os Correios vêm enfrentando críticas nos últimos meses, devido a atrasos nas entregas de encomendas e de correspondências. A revista "Veja" já havia publicado, na edição do dia 5, que a diretoria dos Correios estaria a perigo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria exigido que o ministro das Comunicações, José Artur Filardi, acabasse com disputas internas entre diretores da autarquia e que agisse para melhorar a gestão do serviço postal.
Esta Folha abordou, no dia 12, a crise enfrentada pelos Correios, que tiveram o menor lucro na era Lula, provocado pelo rombo do fundo de pensão da empresa, o Postalis.
Além disso, há atrasos nas entregas de correspondência e na realização de concursos e problemas na renovação de franqueados.
Por que os Correios passaram de orgulho nacional a problema? Temos que voltar mais atrás no tempo e lembrar que o mensalão foi descoberto após a denúncia de irregularidades nos Correios, envolvendo partido aliado do governo federal, em 2005.
O uso de empresas públicas para acomodar apoiadores de um determinado partido no poder não dá boa coisa. O inchaço da área pública, com a multiplicação de funcionários sem prévio estudo e debate nacional, também não.
Estragaram uma empresa que tem fortíssima vinculação com todos nós, brasileiros, seja pelo envio de uma simples carta a um familiar distante ou de um documento urgente para fechar um negócio.
Empresas estatais não pertencem a governantes nem a seus partidários, e sim ao país. Os abusos cometidos por governos nas estatais só acabará quando houver limitação de nomeações, inclusive de diretores.
Não há razão para mudar o comando de uma empresa pública após uma eleição, exceto com justificativas consistentes para as trocas.
Discutem-se as privatizações como se fossem prejudiciais à sociedade brasileira. Mais importante, contudo, do que uma empresa ser pública ou privada é a qualidade dos serviços que presta e o retorno que dá a seus acionistas, empregados e clientes.
Por que a cliente que pagou Sedex com AR e não recebeu confirmação da entrega da correspondência no prazo correto deveria pagar pela má escolha de dirigentes dos Correios?
Por que teria de perder tempo e se irritar para saber o que houve com a correspondência?
Consumidores de serviços públicos também são consumidores. E, nesses casos, devem entrar com ação no Juizado Especial Federal por perdas e danos, independentemente do dano moral, que pode ser tratado na Justiça comum.
Concordo com tudo que ela aqui escreve, em razão disto tomei a liberdade de aqui reproduzi-lo.
HÁ ORGANIZAÇÕES que pairam acima do descrédito que a prestação de serviços recebe, merecidamente, no Brasil. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos sempre desfrutou desse crédito.
Lamentavelmente, a situação mudou nos últimos anos. O Sedex (Serviço de Encomenda Expressa), por exemplo, foi criado há quase três décadas como uma opção mais rápida de envio de correspondência, em até 24 horas. Hoje, porém, não há mais garantia dessa rapidez, embora tenha ficado cada vez mais caro.
Cartas comuns levam muitos dias entre uma capital como São Paulo e uma cidade do interior de um Estado do Sul do Brasil. Note que não me refiro à região amazônica, distante e com dificuldades de acesso.
Recebi, há alguns dias, e-mail de uma leitora que enviou um texto, fruto de meses de trabalho, via Sedex com taxa de Aviso de Recebimento (AR), para registro na Biblioteca Nacional. Quando reclamou por não ter recebido o AR, foi informada de que fora extraviado. Sem o registro na Biblioteca Nacional, não poderia buscar patrocínio para sua obra.
Ela teve de trocar telefonemas, e-mails e se desgastar até saber que a entrega efetivamente ocorrera, mas com atraso de três dias.
Seria somente uma exceção? Parece que não, porque o diretor de Operações dos Correios, Marco Antônio Marques de Oliveira, foi exonerado do cargo no dia 17 passado. Exoneração que teria ocorrido porque os Correios vêm enfrentando críticas nos últimos meses, devido a atrasos nas entregas de encomendas e de correspondências. A revista "Veja" já havia publicado, na edição do dia 5, que a diretoria dos Correios estaria a perigo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria exigido que o ministro das Comunicações, José Artur Filardi, acabasse com disputas internas entre diretores da autarquia e que agisse para melhorar a gestão do serviço postal.
Esta Folha abordou, no dia 12, a crise enfrentada pelos Correios, que tiveram o menor lucro na era Lula, provocado pelo rombo do fundo de pensão da empresa, o Postalis.
Além disso, há atrasos nas entregas de correspondência e na realização de concursos e problemas na renovação de franqueados.
Por que os Correios passaram de orgulho nacional a problema? Temos que voltar mais atrás no tempo e lembrar que o mensalão foi descoberto após a denúncia de irregularidades nos Correios, envolvendo partido aliado do governo federal, em 2005.
O uso de empresas públicas para acomodar apoiadores de um determinado partido no poder não dá boa coisa. O inchaço da área pública, com a multiplicação de funcionários sem prévio estudo e debate nacional, também não.
Estragaram uma empresa que tem fortíssima vinculação com todos nós, brasileiros, seja pelo envio de uma simples carta a um familiar distante ou de um documento urgente para fechar um negócio.
Empresas estatais não pertencem a governantes nem a seus partidários, e sim ao país. Os abusos cometidos por governos nas estatais só acabará quando houver limitação de nomeações, inclusive de diretores.
Não há razão para mudar o comando de uma empresa pública após uma eleição, exceto com justificativas consistentes para as trocas.
Discutem-se as privatizações como se fossem prejudiciais à sociedade brasileira. Mais importante, contudo, do que uma empresa ser pública ou privada é a qualidade dos serviços que presta e o retorno que dá a seus acionistas, empregados e clientes.
Por que a cliente que pagou Sedex com AR e não recebeu confirmação da entrega da correspondência no prazo correto deveria pagar pela má escolha de dirigentes dos Correios?
Por que teria de perder tempo e se irritar para saber o que houve com a correspondência?
Consumidores de serviços públicos também são consumidores. E, nesses casos, devem entrar com ação no Juizado Especial Federal por perdas e danos, independentemente do dano moral, que pode ser tratado na Justiça comum.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
PIS e PASEP Calendário de Pagamento - 2010/2011 - Abono e Juros
PIS / PASEP / Abono e juros - Calendário de Pagamento - 2010/2011
O abono salarial assegurado aos participantes do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) será pago, respectivamente, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil S/A, na condição de agentes pagadores, entre agosto/2010 e junho/2011, de acordo com a programação oficial.
Fazem jus ao referido abono salarial de um salário-mínimo vigente na data do respectivo pagamento os empregados que:
a) tenham percebido de empregadores contribuintes do PIS ou do Pasep até 2 salários-mínimos médios de remuneração mensal no período trabalhado e tenham exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias no ano-base anterior; e
b) estejam cadastrados há pelo menos 5 anos no PIS-Pasep ou no Cadastro Nacional do Trabalhador.
(Resolução Codefat nº 645/2010 - DOU de 31.05.2010)
CALENDÁRIO DO PIS
Nascidos em Recebem a Partir de
JULHO-----------------------11/08/2010
AGOSTO------------------- 18/08/2010
SETEMBRO----------------25/08/2010
OUTUBRO------------------14/09/2010
NOVEMBRO---------------21/09/2010
DEZEMBRO----------------28/09/2010
JANEIRO--------------------14/10/2010
FEVEREIRO---------------21/10/2010
MARÇO----------------------28/10/2010
ABRIL-------------------------11/11/2010
MAIO--------------------------17/11/2010
JUNHO------------------------24/11/2010
CALENDÁRIO DO PASEP
INSCRIÇÃO -- Recebem a Partir de:
01 e 02--------------11.08.2010
03 e 04--------------17.08.2010
05 e 06--------------24.08.2010
07 e 08--------------31.08.2010
09 e 10--------------08.09.2010
O abono salarial assegurado aos participantes do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) será pago, respectivamente, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil S/A, na condição de agentes pagadores, entre agosto/2010 e junho/2011, de acordo com a programação oficial.
Fazem jus ao referido abono salarial de um salário-mínimo vigente na data do respectivo pagamento os empregados que:
a) tenham percebido de empregadores contribuintes do PIS ou do Pasep até 2 salários-mínimos médios de remuneração mensal no período trabalhado e tenham exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias no ano-base anterior; e
b) estejam cadastrados há pelo menos 5 anos no PIS-Pasep ou no Cadastro Nacional do Trabalhador.
(Resolução Codefat nº 645/2010 - DOU de 31.05.2010)
CALENDÁRIO DO PIS
Nascidos em Recebem a Partir de
JULHO-----------------------11/08/2010
AGOSTO------------------- 18/08/2010
SETEMBRO----------------25/08/2010
OUTUBRO------------------14/09/2010
NOVEMBRO---------------21/09/2010
DEZEMBRO----------------28/09/2010
JANEIRO--------------------14/10/2010
FEVEREIRO---------------21/10/2010
MARÇO----------------------28/10/2010
ABRIL-------------------------11/11/2010
MAIO--------------------------17/11/2010
JUNHO------------------------24/11/2010
CALENDÁRIO DO PASEP
INSCRIÇÃO -- Recebem a Partir de:
01 e 02--------------11.08.2010
03 e 04--------------17.08.2010
05 e 06--------------24.08.2010
07 e 08--------------31.08.2010
09 e 10--------------08.09.2010
sábado, 29 de maio de 2010
Minha Opinião destacada no TWITTER
Até hoje não entendi por que a PF é subordinada ao Ministério da justiça. acho que deveria ser subordinada ao novo Ministério da Segurança, a ser criado pelo Serra ou outro que venha a se eleger.
É isto mesmo Serra, se eleito acabe com alguns destes falidos ministérios que abrigam a corja do PT, Exs.: - Cidades,alguém sabe o que este faz ? - Desenvolvimento Social e Combate a fome, este poderia ir direto para o da Integração Nacional ou vice versa.
Crie então o da Segurança, tire a PF do da Justiça, e coloque-a subordinada a este
A turma do PT criou tantos ministérios para abrigar os " cumpanheiros " que não se elegeram, não sei por que a crítica ao da Segurança do Serra.
É isto mesmo Serra, vamos falar algumas verdades destes ditadores, Chaves, Morales, Correia, Lugo, Castro, travestidos de salvadores do povo, também não entendo por que esta corja do PT defende tanto estes caras, eles não são iguais ou piores que os nossos antigos ditadores ? Por que eles tanto alardeiam que torturaram a pré candidata deles ? Neste caso ela era nada menos que uma TERRORISTA combatendo a ditadura segundo eles mesmos ? Por que então defendem tanto estes ditadores ?
Não entendi por que tantas críticas ao Serra sobre o caso Bolivia, se eles não são coniventes quem o são ? A verdade as vezes machuca.
É isto mesmo Serra, se eleito acabe com alguns destes falidos ministérios que abrigam a corja do PT, Exs.: - Cidades,alguém sabe o que este faz ? - Desenvolvimento Social e Combate a fome, este poderia ir direto para o da Integração Nacional ou vice versa.
Crie então o da Segurança, tire a PF do da Justiça, e coloque-a subordinada a este
A turma do PT criou tantos ministérios para abrigar os " cumpanheiros " que não se elegeram, não sei por que a crítica ao da Segurança do Serra.
É isto mesmo Serra, vamos falar algumas verdades destes ditadores, Chaves, Morales, Correia, Lugo, Castro, travestidos de salvadores do povo, também não entendo por que esta corja do PT defende tanto estes caras, eles não são iguais ou piores que os nossos antigos ditadores ? Por que eles tanto alardeiam que torturaram a pré candidata deles ? Neste caso ela era nada menos que uma TERRORISTA combatendo a ditadura segundo eles mesmos ? Por que então defendem tanto estes ditadores ?
Não entendi por que tantas críticas ao Serra sobre o caso Bolivia, se eles não são coniventes quem o são ? A verdade as vezes machuca.
sábado, 1 de maio de 2010
GENTE QUE MENTE
Tem gente que acredita em certas pessoas, agora tem um site para mostrar as mentiras delas, acesse :
www.gentequemente.org.br
www.gentequemente.org.br
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